sexta-feira, fevereiro 23

Morre, aos 43 anos, Walewska Oliveira, ex-jogadora da Seleção Brasileira de Vôlei

Causa da morte ainda não divulgada; ex-atleta estava em São Paulo para lançamento de sua biografia

Walewska
Foto: Reprodução/Metrópoles
O mundo do vôlei está de luto com a notícia do falecimento de Walewska Oliveira, ex-jogadora da Seleção Brasileira de Vôlei, aos 43 anos, ocorrido nesta quinta-feira (21), em São Paulo. A causa da morte ainda não foi oficialmente divulgada, conforme informações veiculadas pelo site Itatiaia e confirmadas pelo site Melhor do Vôlei, que foram os primeiros a noticiar o acontecimento.
Walewska estava na capital paulista para a divulgação de sua biografia. Na quarta-feira (20), ela havia participado de um podcast para falar sobre o lançamento do livro, relembrando sua carreira vitoriosa e sua trajetória no esporte.
Nascida em Belo Horizonte em 1º de outubro de 1979, a ex-jogadora iniciou sua carreira no Minas em 1995. Em 2014, retornou ao clube, onde atuou até o ano seguinte. Sua passagem pela seleção brasileira foi marcante, com 10 anos de contribuição. Em 2008, o mesmo ano em que conquistou a medalha de ouro olímpica em Pequim, tornando-se parte do primeiro ouro olímpico do vôlei feminino, Walewska foi eleita a melhor bloqueadora do mundo. 
Além do ouro olímpico, também conquistou o bronze nas Olimpíadas de Sidney em 2000. Após deixar a seleção, a ex-jogadora continuou sua carreira em diversos clubes, incluindo Minas, Osasco e Praia Clube, onde encerrou sua trajetória no esporte.
Nas redes sociais, amigos e ex-jogadores expressaram profunda tristeza pela partida de Walewska. A também campeã olímpica Paula Pequeno compartilhou um vídeo em seu Instagram lamentando a perda. O tricampeão mundial William Arjona também prestou homenagem à ex-companheira nas redes sociais.
A biografia de Walewska, intitulada “Outras redes”, narra sua intensa jornada de amor pelo vôlei, desde os 12 anos, quando deixou sua casa para realizar um teste no Minas. A convocação para a seleção brasileira em 1997, sob a orientação do técnico Bernardinho, marcou o início de uma carreira brilhante que inspirou gerações de atletas e fãs do esporte. 
Dois anos após a primeira convocação, veio o ouro nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg, no Canadá, e em 2000, o bronze nas Olimpíadas de Sydney, deixando um legado imensurável no vôlei brasileiro.

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