segunda-feira, maio 27

Lula inaugura campus do IFPE em Paulista, promete refeitório e libera obra de R$ 25 milhões em Olinda

No evento com Lula, ministro da Educação anuncia construção de um campus do IFPE em Olinda, orçamento, segundo Camilo Santana, deve chegar aos R$ 25 milhões

Camilo Lula Janja
Ministro Camilo Santana, Presidente Lula e a primeira dama, Janja.

Foto:Ricardo Stuckert
Em visita a Paulista, na Região Metropolitana do Recife, o presidente Lula (PT) inaugurou o campus do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) do município. Obra iniciada ainda em 2018, o campus já conta com 1,1 mil estudantes distribuídos em dois cursos tecnólogos, dois cursos técnicos subsequentes e outros dois integrados ao ensino médio, além de educação de jovens e adultos (EJA). Com a obra finalizada, o petista autorizou também a construção de um refeitório, sem detalhar orçamento e prazos. O ministro da Educação, Camilo Santana (PT), também assinou a autorização para o campus definitivo do IFPE em Olinda, orçado em R$ 25 milhões.
“O presidente acaba de autorizar que possamos liberar a construção do refeitório do IFPE, mas, veja bem, eu estou dizendo isso porque aqui, hoje, por determinação do presidente, autorizamos a construção do campus lá de Olinda, numa obra de aproximadamente R$ 25 milhões”, disse o ministro da Educação.
Camilo Santana
Ministro da Educação, Camilo Santana.
Foto:Alexandre Aroeira
Em Paulista, as obras, que demandaram R$ 12 milhões, foram totalmente concluídas em fevereiro deste ano. Com área total de 6,4 mil metros quadrados, o campus conta com bloco administrativo, biblioteca, auditório, 16 salas de aula, 12 laboratórios, área de convivência, 46 docentes, 30 técnicos-administrativos em educação e 1.125 estudantes matriculados em diferentes cursos. Ainda neste mês de junho, o MEC diz que estará liberando R$ 375 mil ao campus Paulista para aquisição de mobiliário e equipamentos.
Em seu discurso, Lula reforçou que a ampliação das unidades do IFPE é uma oportunidade de qualificação de jovens em todo o Estado.
“Uma pessoa que estuda no mercado de trabalho tem um valor; uma pessoa que não estuda, tem outro valor. Já fui procurar emprego quando não tinha profissão e quando você não tem, ninguém dá importância. Quando você tem profissão, a primeira coisa que as pessoas pedem é um currículo e, portanto, você tem a chance de ser chamado para trabalhar. A segunda coisa importante é o salário, quem não tem profissão muitas vezes é obrigado a trabalhar para ganhar um salário mínimo. Quando a pessoa tem profissão, o salário muda”, afirmou o presidente.

ne10/folhape

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