domingo, fevereiro 25

Idoso é amarrado e assaltado em seu apartamento por casal armado, no Grande Recife

Criminosos armados roubam pertences do aposentado, que ficou amarrado por meia hora enquanto o crime ocorreu

São Lourenço da Mata
Foto: Reprodução
Um idoso de 71 anos foi vítima de um assalto em seu apartamento em São Lourenço da Mata, no Grande Recife. De acordo com a família, o aposentado ficou amarrado na cama por cerca de meia hora enquanto um homem e uma mulher, armados com um revólver e uma faca, roubavam seus pertences, incluindo um celular, uma televisão e cartões.
O crime ocorreu na noite da última segunda-feira (11), no Bloco 3 do condomínio Cerejeira, localizado no bairro de Muribara. Imagens feitas logo após o assalto mostram o apartamento com diversos objetos revirados. O caso está sob investigação da Polícia Civil.
Segundo a filha do idoso, Betânia Pessoa, os criminosos entraram no condomínio e seguiram diretamente para o apartamento da vítima, que vivia sozinha. Eles já estavam armados e anunciaram o assalto assim que entraram. Além de pedir dinheiro, eles levaram diversos itens, incluindo um relógio e uma televisão de 65 polegadas.
Os assaltantes amarraram o idoso na cama, imobilizando seus braços e pernas, e exigiram que ele fornecesse as senhas dos cartões de crédito e débito. A vítima relatou ter ouvido movimentos de outras pessoas no apartamento durante o assalto, e os parentes conseguiram bloquear os cartões antes que fossem utilizados.
De acordo com a família, as câmeras de segurança registraram o momento em que os criminosos entraram no condomínio. Para chegar ao bloco onde o idoso morava, eles precisaram passar por duas guaritas, que, segundo a família, não estavam em funcionamento naquela noite. Os assaltantes teriam aguardado moradores saírem das áreas internas do prédio antes de passar pelos portões.
Betânia Pessoa relatou ainda que os assaltantes ameaçaram retornar ao apartamento se algo estivesse errado, deixando seu pai amarrado na cama. A vítima também teve a boca amarrada durante o crime. A família ressaltou a dificuldade em fazer contato telefônico devido à má recepção na área, o que atrasou o chamado de socorro. A investigação da Polícia Civil continua em busca dos responsáveis pelo crime.

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